
Entrei na Padaria Cestari há quase 30 anos para comprar alguma coisa.
Aquela, no início da Protásio Alves, em Porto Alegre.
Estava claro que a padaria estava encerrando as atividades.
Em cima do balcão havia um lote dessas embalagens de bolo,
que não serviriam para mais nada. Peguei uma - só uma! - para
guardar. Naquela época eu já gostava dessas coisas meio kitsch, meio vintage,
meio sei lá o que, que fariam parte deste blog.
Hoje escaneei a embalagem, que está se desmanchando. O papel é celofane, e
por isso muito frágil.
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